Arquivo mensal: setembro 2018

Centralidades Periféricas

O Instituto de Estudos Avançados e a Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência irá realizar o diálogo “Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias” no próximo dia 28 de setembro, às 14h, no auditório do IEA-USP. Trata-se do segundo encontro do ciclo “Centralidades Periféricas”, cujo objetivo é promover o diálogo sobre democracia, artes e saberes plurais entre acadêmicos, artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras e, assim, estimular interações que contribuam para aproximar a universidade e as periferias, reconhecer suas produções e ampliar os meios para a maior representação dos sujeitos e experiências periféricas na Universidade de São Paulo.

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O tema deste encontro será a arte urbana produzida nas periferias. Dele participam Panmela Castro (Anarkia Boladona), Carlos Esquivel (Universo Acme), Michel Onguer (Ciclo Social Arte), Marcelo D’Salete (ilustrador) e Sergio Miguel Franco (curador). Eliana Sousa Silva, titular da Cátedra e fundadora da Redes da Maré, fará a mediação. O primeiro encontro foi sobre literatura periférica e contou com a participação de Sergio Vaz (poeta e idealizador da Cooperifa), Heloisa Buarque de Hollanda (idealizadora da Universidade das Quebradas – UFRJ), Erica Peçanha (pesquisadora de movimentos culturais de periferias) e Marcio Vidal (poeta, pesquisador e integrante da Cooperifa). Ainda estão previstos encontros sobre cinema, teatro e dança.

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Maiores informações

Site IEA-USP

http://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias

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https://www.facebook.com/events/1192688750889819/

Fonte: Instituto de Estudos Avançados – USP

Dia das Organizações Populares.

Você sabia que em 03 de setembro, comemora-se o Dia das Organizações Populares?

Organizações que nascem a partir de iniciativas da SOCIEDADE CIVIL e que fazem parte do TERCEIRO SETOR, como tentativa de buscar soluções e/ou mudanças com a participação de cidadãos (civis) em assuntos que são corriqueiramente tratados como pertencentes à esfera pública.

“Falando desse assunto pela vertente teórica, existem autores que identificam nos movimentos sociais e nas organizações populares duas formas distintas de manifestação popular. Para autores como Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber, os movimentos sociais são fenômenos racionais, nos quais os sujeitos aglomeram-se voluntariamente em torno de uma causa ou ideia comum para que haja mudança de paradigma ou defesa de um direto. Outros, como Le Bon, Tarde e Ortega y Gasset, enxergam na manifestação popular a irrupção da irracionalidade, uma espécie de rompimento da ordem estabelecida. Para todos esses autores, no entanto, os movimentos sociais possuem alguns pontos em comum: eles manifestam desejo de mudança de algum aspecto social e simbolizam a existência de uma tensão social a respeito de algum ponto do meio de convivência ou da condição vivida na sociedade” (Lucas Oliveira – Sociólogo)

Mas como vivem essas organizações (OSC)?

Para facilitar esse entendimento veja o infográfico criado pela Captamos.

Info06_Julho_3SETOR

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