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Já pagou por sua sacolinha hoje?

E a novela da sacolinha continua. Dessa vez a Prefeitura de São Paulo, através de seu governante, entra com pedido de justiça nessa quarta, 29/04/2015, e com uma ação contra a Associação Paulista de Supermercados (Apas), para impedir que os estabelecimentos cobrem pelas sacolinhas plásticas. Mesmo porque a  lei das sacolas plásticas, que entrou em vigor no dia 5 abril, estabelece a substituição das sacolinhas antigas, derivadas de petróleo, por sacolas novas, de material reciclável, mas a lei não fala sobre a cobrança pela embalagem (ou fala?).

Foto: divulgação/internet

Foto: divulgação/internet

 “A cobrança do material pode gerar um sentimento de antipatia por parte do consumidor, desestimulando a adoção de um comportamento ecologicamente consciente. Assim como antes os supermercados arcavam com o custo das sacolas plásticas, o princípio do poluidor-pagador prevê que o custo das medidas tomadas pelo Poder Público para assegurar a preservação do ambiente pode ser suportado pelos estabelecimentos. Ao responsabilizar diretamente o poluidor pela reparação dos danos causados, a medida alivia o fardo econômico que a poluição coloca sobre os entes públicos e a sociedade”, diz nota da Prefeitura.

Ainda, de acordo com nota divulgada pela Prefeitura de São Paulo, os supermercados devem contribuir com a Política Nacional do Meio Ambiente, conforme a lei 6.938/81 e fornecer alternativas que estimulem o uso das sacolas recicláveis.

O negócio é voltar a usar a velha e boa sacola de feira (quem é mais velho sabe do que estou falando quem é novo e não sabe vai procurar saber), afinal de contas de 0,08 (oito) centavos em 0,08 (oito) centavos a bolsinha de moedas enche o “papo”. Vamos aguardar pra ver onde essa novela vai parar.

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OBRA VIÁRIA NO CÓRREGO DA PONTE BAIXA TEM INÍCIO

OBRA VIARIA NO CORREGO DA PONTE BAIXAl

Uma nova avenida, paralela à Estrada do M´Boi Mirim (em São Paulo) para desafogar  o trânsito na região, habitações populares, parques lineares, ciclovias e praças……estes são alguns itens que fazem parte do projeto.

“Com o compromisso e garra do prefeito Fernando Haddad, conseguimos agilizar a licença ambiental e o início imediato das obras. Somos muito gratos a esse gesto do prefeito”, afirmou o vereador Milton Leite.

CARNAVAL 2014 – Prefeito de São Paulo abre diálogo com a Liga das Escolas de Samba

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O prefeito Fernando Haddad recebeu na terça-feira (9/4/13), em seu gabinete, o presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Sérgio Ferreira e outros representantes. Na ocasião, o prefeito pediu a criação de uma legislação específica para o Carnaval na cidade de São Paulo.

“O Carnaval deve ter procedimentos legais de maneira geral, abrangendo as escolas e blocos de rua. Por isso é necessária a criação de uma legislação para acabar com a “marginalidade” existente. Nós precisamos conhecer todas as necessidades das escolas e criar uma regulamentação inteira em cima do que já existe, e assim enviarmos para aprovação dos vereadores na Câmara Municipal” afirmou o prefeito.

Durante a reunião foram abordados os principais temas que prejudicam as escolas, entre eles a demora para o recebimento da verba que auxilia as agremiações.

Haddad se comprometeu a disponibilizar o auxílio até o final de agosto. Este também foi o prazo determinado para que a Liga encaminhe ao prefeito projetos de lei que poderiam contribuir com o Carnaval na cidade.

“Eu sou secretário da gestão Haddad e por esse motivo irei trabalhar para que as necessidades sejam resolvidas até o final dessa gestão”, afirmou o Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, o Sr. Celso Jatene.

Outro assunto abordado foi a Fábrica do Samba. O prefeito explicou que no início do ano o dinheiro do convênio não tinha sido repassado, mas que ele já assinou o repasse de recursos da prefeitura para a obra, que deve ser reiniciada nos próximos dias. Haddad também falou sobre a regulamentação das quadras das escolas de samba:

“Se regularizarmos os locais, nós teremos a possibilidade de cobrar melhores condições quanto à segurança, higiene, ações sociais e planos de trabalhos”.

Estiveram presentes os presidentes das escolas de samba Pérola Negra, Leandro de Itaquera, Nenê de Vila Matilde, X-9 Paulistana, Mancha Verde, Rosas de Ouro, Mocidade Alegre, Dragões da Real e Unidos da Vila Maria.

Fonte: Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo

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