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ALARMANTE: Em 8 anos casos de sífilis aumentam mais de 4 000% no Brasil

No mundo todo são mais de 1 milhão de infectados por dia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Isso é alarmante, é epidêmico, mas, ainda tem muita gente que ignora o uso de camisinha durante as relações sexuais, principalmente entre os jovens, como forma de prevenção às ISTs (infecções sexualmente transmissíveis). Dentre elas a SÍFILIS.

A infecção é causada pela bactéria Treponema pallidum e pode ser transmitida: por relação sexual (sem camisinha), por transfusão de sangue (sífilis adquirida) e de mãe para feto durante a gestação (sífilis congênita).

No Brasil, de acordo com BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO do Ministério da Saúde,  entre 2010 e 2018, houve um aumento de 4.157% nos casos da infecção no país, sendo que: em 2018, entre gestantes, mais de 246.000 casos foram registrados.

Os dados são alarmantes, haja vista que: a presença de ISTs aumentam, de acordo com especialistas, até 18 vezes o risco de contrair o HIV.

VACINAR É PROTEGER

Não deixe que as notícias falsas e as doenças ganhem força. Leve seu filho de 1 ano a menor de 5 anos para vacinar. Esta é a única forma eficaz de prevenção contra a paralisia infantil e o sarampo.

VACINAR É PROTEGER

Foto divulgação campanha de vacinação Prefeitura Municipal de São Paulo

A campanha tem como público-alvo crianças entre 1 e 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade, que receberão as vacinas contra a poliomielite (também conhecida como paralisia infantil) e a tríplice viral, que, além do sarampo, também imuniza contra a caxumba e a rubéola. A meta é atingir 95% da população desta faixa etária, conforme determinação do Ministério da Saúde, o que equivale a 562.392 crianças.

A ampla adesão à vacina é fundamental para que essas doenças continuem fora de circulação. No ano passado, o município teve cobertura de 84,8% de pólio, e 86,1% para a vacina tríplice viral SRC (sarampo, rubéola e caxumba).

As UNIDADES que participarão da campanha pode ser acessada neste link: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/index.php?p=260880

Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo

http://bit.ly/2Kyblmp #SPPraVC

A maconha foi liberada? É isso produção!?

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O assunto é polêmico, vai causar  desconforto para alguns e alívio para outros, ou seja: Não dá para agradar gregos e troianos. Entretanto, de acordo com a Super Interessante, no dia 09/11/2015, a Justiça Federal do DF deu prazo de dez dias para a Agência de Vigilância Sanitária, que regula os medicamentos no país, retirar o THC da lista negra das substâncias proibidas.

A outra novidade é que, segundo a sentença, estão autorizadas a prescrição e a importação de Cannabis sativa L. “Agora, um médico pode prescrever a planta in natura“, diz Emílio Figueiredo, consultor jurídico do Growroom, associação que defende o cultivo para uso pessoal.

A decisão é uma tutela antecipada: ou seja, o juiz ainda não proferiu sua decisão final sobre todos os pontos da ação, mas antecipa a decisão sobre pontos que são considerados urgentes. :

Reclassificar o THC. “Transferir, em dez dias, o THC da lista F2 do anexo da lei de drogas, que contém as substâncias psicoativas banidas, para uma lista de substâncias sujeitas à notificação de receita” – ou seja, ele passa a ser autorizado mediante prescrição médica.

Mudar, em dez dias, a portaria 344/98 para “permitir, por ora, a importação, exclusivamente para fins medicinais, de medicamentos e produtos que possuam como princípios ativos os componentes THC (TETRAHIDROCANNABINOL) e CDB (CANNABIDIOL), mediante apresentação de prescrição médica e assinatura de termo de esclarecimento e responsabilidade pelo paciente”.

Permitir a pesquisa e a prescrição “da Cannabis sativa L. E de quaisquer outras espécies ou variedades de cannabis, bem como dos produtos obtidos a partir destas plantas, desde que haja prévia notificação à ANVISA e ao Ministério da Saúde”.

Consultada, a Anvisa disse por meio de sua assessoria de imprensa que ainda não sabe se vai recorrer. “Não sabemos ainda. A Diretoria vai avaliar os efeitos da decisão e possíveis ações da Anvisa. Não temos uma resposta, até porque na verdade ainda não fomos sequer notificados, embora tenhamos acesso à decisão na internet.”

Fonte: SuperInteressante

Leia a decisão na íntegra. Decisão liminar ACP cannabis.

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