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CARNAVAL É PATRIMÔNIO IMATERIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

CARNAVAL É RECONHECIDO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão homologou o reconhecimento. Em decisão unânime, o Condephaat reconhece que as práticas carnavalescas traduzem saberes, fazeres e uma identidade coletiva, que criam relações de pertencimento.

Foto: internet

O carnaval de São Paulo é, a partir de agora, oficialmente, patrimônio. O Secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão homologou hoje (5) a aprovação do registro das Práticas Carnavalescas do Estado como patrimônio imaterial. Unânime na decisão, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – Condephaat, órgão vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, votou o parecer na reunião da última segunda-feira (3). A decisão foi publicada em Diário Oficial.

O parecer do órgão concluiu que as práticas carnavalescas traduzem saberes, fazeres e uma identidade coletiva, que criam relações de pertencimento.

“O Condephaat dá sequência ao trabalho fundamental de reconhecer e proteger o patrimônio imaterial de São Paulo com o registro das expressões artistas ligadas ao Carnaval, que são inúmeras, muito potentes e constituem marcas do patrimônio cultural do Estado. Estamos valorizando a cultura popular e tradicional de São Paulo, que é um vetor de identidade e de desenvolvimento”, afirma o Secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.

A proposta inicial, apresentada pela Liga Independente das Escolas de Samba de SP, solicitava o registro dos “Desfiles das Escolas de Samba” como patrimônio cultural imaterial. O Conselho analisou que havia necessidade de elaboração de um plano mais amplo, à altura da importância da manifestação cultural, capaz de “garantir a salvaguarda e reprodução da prática, a preservação dos saberes e a perenização da memória coletiva envolvida”.

Concluiu-se que a forma mais adequada de preservar e valorizar o carnaval de São Paulo seria ampliar o objeto e registrar, como patrimônio imaterial, as “Práticas Carnavalescas do Estado de São Paulo”, não apenas os desfiles, e que estes são a finalização de um processo diversificado e de grande riqueza cultural.

Segundo o parecer, “o caminho mais adequado para preservar e valorizar o carnaval realizado no Estado de São Paulo é identificar e preservar as práticas preparatórias dos desfiles, e mesmo as atividades das escolas de samba que por algum motivo não chegam a desfilar na avenida, mas que realizam atividades relacionadas ao carnaval ao longo do ano”, considerando que é nestas práticas e rituais que se encontram os saberes dos bambas – mestres antigos do samba -, sua relação com o samba paulista, seu enraizamento nas comunidades e sua inserção no cotidiano dos bairros onde estão as sedes das escolas de samba.

As justificativas do Condephaat para a aprovação do reconhecimento consideram que as escolas de samba são territórios onde se concentram práticas culturais coletivas ligadas ao samba e à produção do Carnaval; que as Escolas surgem a partir dos cordões, que se configuraram como as primeiras organizações da prática do samba em formato de procissão; que estes lugares são, historicamente, locais de sociabilidade de camadas mais populares, principalmente negros, que encontraram uma forma legitima de realizar suas práticas.

Sobre o registro de patrimônio imaterial

O registro imaterial foi criado por meio do decreto 57.439, de 2011, e permite o reconhecimento de manifestações culturais do Estado. Por meio dele, além de proteger imóveis e bens importantes para a história do Estado, o Condephaat também pode preservar o patrimônio imaterial. O objetivo é identificar e reconhecer conhecimentos, formas de expressão, modos de fazer e viver, rituais, festas e manifestações que façam parte da cultura paulista. O primeiro registro de patrimônio imaterial do Condephaat foi realizado em janeiro de 2016, com o reconhecimento do Samba Paulista. O Virado Paulista, tradicional prato da culinária do Estado, foi reconhecido em 2018.

Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa – SP

São João do Brasil (para o mundo)

foto divulgação

foto divulgação

Cultura popular, com ênfase nas regiões Norte e Nordeste e apreciado por uma grande parcela da população brasileira, assim é a Festa de São João, que caminha para uma nova dimensão: o mundo.

Este é o novo desafio que a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) está enfrentando e para isso já está desenvolvendo ações junto as regiões do Norte e Nordeste, onde a festa tem mais tradição e apelo turístico.

“Precisamos acrescentar ao imaginário coletivo mundial uma nova imagem do Brasil que são nossas festas juninas. Queremos que o turista estrangeiro associe o Brasil também com esses festejos, assim como faz com o carnaval”, ressaltou Flavio Dino.

Aconteceu no dia 23/4/2015, em São Paulo, o Seminário São João do Brasil, onde a tradicional festa, realizada durante o inverno brasileiro, foi tema de discussão, realizado pelo Instituto Pensar, em parceria com a Promo Inteligência Turística,  apoio do Ministério do Turismo, Governo do Estado de São Paulo e Fecomércio.

“Hoje o Brasil tem apenas um produto turístico em caráter nacional, que é o carnaval. Precisamos unificar essas festas e transformá-las em um produto turístico que possa ser comercializado no País e no Exterior e promover o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva do turismo e do setor de serviços de uma maneira geral”, afirmou Domingos Leonelli.

E assim tá surgindo o movimento São João do Brasil e acredito que está na hora de atualizar a imagem do Brasil perante os estrangeiros mesmo, tá na hora de mostrar mais que carnaval, samba e futebol. Tá na hora de buscar novas (se é que são novas) potencialidades turísticas e promover o evento dentro e fora do Brasil.

Para a senadora e vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, Lídice da Mata, o São João é a bandeira de promoção do Brasil nos mercados doméstico e internacional.

“O São João é a bandeira de promoção do Brasil nos mercados domésticos e internacional. Hoje a procura por carnaval é muito grande, mas o São João recebe uma quantidade, de turistas, muito maior que as festas no eixo Rio-São Paulo. É necessário a reinvenção para que o São João consiga vencer o preconceito por ser uma festa que celebra a cultura nordestina. Ninguém discute o carnaval, mas quando se trata de São João há uma cultura protecionista e preconceituosa, principalmente na região sudeste, inviabilizando o crescimento e relacionamento a festa com a pobreza das regiões do Nordeste”, enfatiza Lídice da Mata, senadora e vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo.

Lídice destaca ainda a criação de um projeto que está no Conselho Nacional de Cultura que enquadra a festa de São João como Patrimônio Imaterial do Brasil. Junto a este projeto, o enquadramento do ritmo do “forró” também caminha para se tornar patrimônio nacional.

Quer saber mais?

https://aquarela2020.wordpress.com/2013/08/09/festas-juninas-no-imaginario-internacional/?blogsub=confirming#subscribe-blog

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/politica/2015/04/entidades-querem-unificar-a-festa-de-sao-joao-entenda_113488.html

Quer conhecer um pouco dessa festa?

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